sábado, 4 de julho de 2020

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (8/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (8/8) (25/04/2020)



[Virá este post a ser objeto de censura de um
hacker, como sucedeu com o anterior (o 7/8)?
Mal por mal, que seja censurado o próximo…
publicado daqui a momentos.]







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Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (7/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (7/8) (18/04/2020)



(Das cinco imagens que este post contém - a do gráfico, mais as quatro de baixo referentes ao texto -, a da nossa bandeira foi a única poupada. As últimas quatro desapareceram subitamente no buraco negro do mistério. Estas foram novamente introduzidas um dia depois do seu desaparecimento, em 19 de abril. Se for necessário, para responder a hackers, efetuar-se-á outra republicação.)






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Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (6/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (6/8) (11/04/2020)




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Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (5/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (5/8) (04/04/2020)






Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (4/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (4/8) (28/03/2020)




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Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (3/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (3/8) (21/03/2020)






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Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (2/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (2/8) (14/03/2020)





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Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (1/8)

Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (1/8) (07/03/2020)





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Soldado António, Conde de Almoster e Demais Chacinados

Soldado António, Conde de Almoster e Demais Chacinados (23/02/2020)









«Peço profunda desculpa à História de Portugal pelas possíveis incorreções ou inexatidões existentes neste pequeno livro.

Para além disso, na eventualidade de alguma passagem do livro desagradar aos descendentes ou parentes das pessoas aqui citadas, é desde já minha obrigação comunicar- -lhes que o meu exclusivo intuito foi ajuizar de forma imparcial os atos delas.

Muito agradeço que quaisquer comprovados erros históricos detetados possam ser-me transmitidos por via do e-mail acima indicado [daviddinis2013@gmail.com]. Encontrarei um local adequado e um momento oportuno para publicamente reconhecê-los.»



Versejando Relatos de Guerra e Paz (Angola, Zaire de 1968 - Lunda de 1970)

Versejando Relatos de Guerra e Paz (Angola, Zaire de 1968 - Lunda de 1970) (24/05/2019)




«Rascunhos & Silêncios – Um novo ângulo do Outro Triângulo das Bermudas» bateu indiscutivelmente um recorde no seio do FRES: sem a repetição de rascunhos, impôs silêncios internos e externos. Esse post esteve na montra de exposição quase dez meses, concretamente 296 dias(#), ou seja, desde a sua publicação, em 1 de agosto de 2018, até hoje, dia da distribuição de outro trabalho enquadrado no FRES Guerra (Colonial), «Versejando Relatos de Guerra e Paz – Angola, Zaire de 1968 - Lunda de 1970».



O novo livro contou novamente com a intervenção profissional da Sersilito - Empresa Gráfica, Lda. Desta vez aventurei‑me sozinho, sem ter solicitado os sempre preciosos aconselhamentos editoriais do Paulo J.S. Barata.



(#) O anterior recorde (de 185 dias) vigorava desde 16 de janeiro de 2017.

Fresbook e não Facebook do FRES

Fresbook e não Facebook do FRES   (25/04/2020) O FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social sempre foi um Grupo plural para o lado...