Mais uma enigmática… marosca informática (28/06/2020) – Por ser um grande apreciador dos proboscídeos domesticados e dos seus domadores, dedico-lhes este post.
Este post teve uma vida incrivelmente curta. Nasceu às 10h 07m de 28 de junho de 2020, e foi ocultado para o público, no blogue do FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social, antes de findar o dia 30 do mesmo mês.
Espero que tenha valido a pena denunciar a repetição de maroscas informáticas no seio do Grupo, encetadas a partir da minha frontal oposição à saída do ex-fresiano, competente, sério e abnegado, Paulo J.S. Barata do Grupo.
Lamentavelmente os cacos estão há muito depositados no FRES, sendo agora quase impossível a reconstrução da imagem perdida. Resta não transformar os cacos em pó.

A) Os enigmas já detetados
O blogue do FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social tem-se revelado uma admirável caixa de surpresas após a saída do ex‑fresiano Paulo J.S. Barata, o então responsável pela área informática do Grupo.
Ao consultar, ontem e durante um processo de transferência e backup, o post «A utopia do novo pensamento e a indefinição democrática» (de 27 de março de 2014), verifiquei mais um enigma informático que a cobarde pirataria não conseguirá explicar. Já se torna desnecessário pegar no telefone e denunciar os enigmas, porquanto a resposta é invariavelmente a mesma. A partir de agora basta fazer print screen e responder aos ataques informáticos com a publicação de posts no blogue.
Depois da passagem, para rascunho, do post «O preço do vinho e os mercados imperfeitos» (de 13 de novembro de 2014), não sei quando perpetrada por algum guru informático enologista, mas por mim detetada e comprovada entre os últimos dias de 2017 e os primeiros de 2018;
depois de uma ou outra (des)formatação do post «Polícia moderna – Autoridade da informação ou informação da autoridade?» (de 8 de setembro de 2017), por parte de alguém que, nesse caso sem má‑fé, não sabia o que estava a fazer, mas não deu cavaco ao responsável pela elaboração do texto;
depois do post «Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (7/8)» (de 18 de abril de 2020) – referente à aplicação do postulado ao sistema democrático português – ter sido descaradamente atacado, por algum informaticozeco que porventura ter-se-á incomodado com o vaticínio quanto à identificação dos dois próximos Presidentes da República, ao ponto de, entre as cinco imagens que o post contém – a do gráfico, mais as quatro de baixo referentes ao texto –, a da nossa bandeira foi a única poupada, ou seja, as últimas quatro desapareceram subitamente no buraco negro do mistério;
chegou a vez de mais uma subtileza manhosa, que desta feita será por mim corrigida apenas daqui a uns tempos – sublinho: quero ser (só) eu a corrigir, e não um qualquer elemento do FRES que possua o direito de administrar o blogue, por nele não depositar a mínima confiança –, para que os responsáveis e os restantes membros do Grupo possam confirmar “in loco” o que passo a explicar.
B) O caso concreto do enigma do link alterado
A subtileza manhosa incidiu sobre o referido post de 27 de março de 2014, o qual se inicia com o seguinte texto:
«Tenho sido rotulado de utópico, e às vezes de louco, por defender as propostas apresentadas no documento publicado neste blogue no pretérito dia 19 de janeiro – Zerar para ressuscitar e criar oportunidades sustentáveis. Ao ouvir e decifrar os argumentos dos críticos – por quem manifesto sublime consideração, cumpre salientar, até porque alguns são meus familiares –, fico com a nítida perceção que na sua génese moram raciocínios firmados na sistemática sobreposição dos interesses individuais face aos coletivos.»
A maioria dos leitores fica portanto com alguma curiosidade sobre as referidas propostas apresentadas no documento, e clica no link do mesmo. Porém, o link está errado. Em vez de direcionar o leitor para o post correto (publicado em 19 de janeiro de 2014), condu‑lo para o futuro. De facto, tendo o post sido criado em 27 de março de 2014, o link faz uma viagem não para o que já estava publicado (há cerca de dois meses), mas sim para algo que o feiticeiro informático sabia que ia acontecer quatro anos mais à frente, concretamente em 5 de março de 2018! Além de sólidos conhecimentos sobre enologia, sobre formatação de textos e sobre política (nacional), urge reconhecer que o informático tem poderes premonitórios.
Eis o resultado visual do que acaba de ser escrito e descrito. Como a imagem seguinte comprova, aparentemente está tudo bem; parece que não há marosca informática.

O que aparece com o link, …
Parece que não há marosca; todavia, ela é amadora e desequilibrada. Ao pressionar o texto assinalado a azul, Zerar para ressuscitar e criar oportunidades sustentáveis, dispara no ecrã uma dupla de posts, agarrados um ao outro, como se fossem gémeos: o futurologista, de quatro anos à frente (de 5 de março de 2018), e o próprio (de 27 de março de 2014). Primeiro aparece o de 2018, seguido do de 2014, tal como em baixo se demonstra.
(…)
(…)
… o que deveria aparecer com o link…
Se a informática fosse ou suficientemente competente ou minimamente séria, então não teria alterado o link inicial, a partir do qual deveria surgir a informação constante do post de 19 de janeiro de 2014, conforme se apresenta de seguida.
É verdade que as medidas apresentadas nesse post de janeiro de 2014 são fraturantes na sociedade portuguesa, e por isso não foram bem acolhidas aquando da sua oportuna apresentação ao Grupo, sobretudo as referentes à criação de um imposto especial sobre a riqueza das famílias e à reintrodução do imposto sobre as sucessões e doações (ou de um análogo). Mas daí até chegar a uma artimanha informática que pretenda ostracizar ideias, não passa de uma inovadora forma de censura.
… e ainda a introdução do link correto noutros posts
Após ter detetado a marosca, parti à procura dos posts que referiam explicitamente o «Zerar» mal‑amado. A partir de agora, em todos aqueles onde é feita tal referência existe o link correto. Apenas deixei de fora o post de 27 de março de 2014, conforme mencionei na parte final da secção A. O post publicado em 19 de janeiro de 2014 (1) está associado ao documento a ele anexo, datado de 13 de dezembro de 2013 (2).
A saga informática não me tem dado tréguas. Até quando?!







