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terça-feira, 30 de junho de 2020

Mais uma enigmática… marosca informática

Mais uma enigmática… marosca informática (28/06/2020)  Por ser um grande apreciador dos proboscídeos domesticados e dos seus domadores, dedico-lhes este post.




Este post teve uma vida incrivelmente curta. Nasceu às 10h 07m de 28 de junho de 2020, e foi ocultado para o público, no blogue do FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social, antes de findar o dia 30 do mesmo mês.

Espero que tenha valido a pena denunciar a repetição de maroscas informáticas no seio do Grupo, encetadas a partir da minha frontal oposição à saída do ex-fresiano, competente, sério e abnegado,  Paulo J.S. Barata do Grupo.

Lamentavelmente os cacos estão há muito depositados no FRES, sendo agora quase impossível a reconstrução da imagem perdida. Resta não transformar os cacos em pó.



A) Os enigmas já detetados


O blogue do FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social tem-se revelado uma admirável caixa de surpresas após a saída do ex‑fresiano Paulo J.S. Barata, o então responsável pela área informática do Grupo.
Ao consultar, ontem e durante um processo de transferência e backup, o post «A utopia do novo pensamento e a indefinição democrática» (de 27 de março de 2014), verifiquei mais um enigma informático que a cobarde pirataria não conseguirá explicar. Já se torna desnecessário pegar no telefone e denunciar os enigmas, porquanto a resposta é invariavelmente a mesma. A partir de agora basta fazer print screen e responder aos ataques informáticos com a publicação de posts no blogue.
Depois da passagem, para rascunho, do post «O preço do vinho e os mercados imperfeitos» (de 13 de novembro de 2014), não sei quando perpetrada por algum guru informático enologista, mas por mim detetada e comprovada entre os últimos dias de 2017 e os primeiros de 2018;
depois de uma ou outra (des)formatação do post «Polícia moderna – Autoridade da informação ou informação da autoridade?» (de 8 de setembro de 2017), por parte de alguém que, nesse caso sem má‑fé, não sabia o que estava a fazer, mas não deu cavaco ao responsável pela elaboração do texto;
depois do post «Mal por mal, o atual – Um postulado macropolítico ancestral sempre contemporâneo (7/8)» (de 18 de abril de 2020) – referente à aplicação do postulado ao sistema democrático português – ter sido descaradamente atacado, por algum informaticozeco que porventura ter-se-á incomodado com o vaticínio quanto à identificação dos dois próximos Presidentes da República, ao ponto de, entre as cinco imagens que o post contém – a do gráfico, mais as quatro de baixo referentes ao texto –, a da nossa bandeira foi a única poupada, ou seja, as últimas quatro desapareceram subitamente no buraco negro do mistério;
chegou a vez de mais uma subtileza manhosa, que desta feita será por mim corrigida apenas daqui a uns tempos – sublinho: quero ser (só) eu a corrigir, e não um qualquer elemento do FRES que possua o direito de administrar o blogue, por nele não depositar a mínima confiança –, para que os responsáveis e os restantes membros do Grupo possam confirmar “in loco” o que passo a explicar.

B) O caso concreto do enigma do link alterado


A subtileza manhosa incidiu sobre o referido post de 27 de março de 2014, o qual se inicia com o seguinte texto:
«Tenho sido rotulado de utópico, e às vezes de louco, por defender as propostas apresentadas no documento publicado neste blogue no pretérito dia 19 de janeiro – Zerar para ressuscitar e criar oportunidades sustentáveis. Ao ouvir e decifrar os argumentos dos críticos – por quem manifesto sublime consideração, cumpre salientar, até porque alguns são meus familiares –, fico com a nítida perceção que na sua génese moram raciocínios firmados na sistemática sobreposição dos interesses individuais face aos coletivos.»
A maioria dos leitores fica portanto com alguma curiosidade sobre as referidas propostas apresentadas no documento, e clica no link do mesmo. Porém, o link está errado. Em vez de direcionar o leitor para o post correto (publicado em 19 de janeiro de 2014), condu‑lo para o futuro. De facto, tendo o post sido criado em 27 de março de 2014, o link faz uma viagem não para o que já estava publicado (há cerca de dois meses), mas sim para algo que o feiticeiro informático sabia que ia acontecer quatro anos mais à frente, concretamente em 5 de março de 2018! Além de sólidos conhecimentos sobre enologia, sobre formatação de textos e sobre política (nacional), urge reconhecer que o informático tem poderes premonitórios.
Eis o resultado visual do que acaba de ser escrito e descrito. Como a imagem seguinte comprova, aparentemente está tudo bem; parece que não há marosca informática.



O que aparece com o link, …

Parece que não há marosca; todavia, ela é amadora e desequilibrada. Ao pressionar o texto assinalado a azul, Zerar para ressuscitar e criar oportunidades sustentáveis, dispara no ecrã uma dupla de posts, agarrados um ao outro, como se fossem gémeos: o futurologista, de quatro anos à frente (de 5 de março de 2018), e o próprio (de 27 de março de 2014). Primeiro aparece o de 2018, seguido do de 2014, tal como em baixo se demonstra.




(…)



(…)



… o que deveria aparecer com o link


Se a informática fosse ou suficientemente competente ou minimamente séria, então não teria alterado o link inicial, a partir do qual deveria surgir a informação constante do post de 19 de janeiro de 2014, conforme se apresenta de seguida.



É verdade que as medidas apresentadas nesse post de janeiro de 2014 são fraturantes na sociedade portuguesa, e por isso não foram bem acolhidas aquando da sua oportuna apresentação ao Grupo, sobretudo as referentes à criação de um imposto especial sobre a riqueza das famílias e à reintrodução do imposto sobre as sucessões e doações (ou de um análogo). Mas daí até chegar a uma artimanha informática que pretenda ostracizar ideias, não passa de uma inovadora forma de censura.

… e ainda a introdução do link correto noutros posts


Após ter detetado a marosca, parti à procura dos posts que referiam explicitamente o «Zerar» mal‑amado. A partir de agora, em todos aqueles onde é feita tal referência existe o link correto. Apenas deixei de fora o post de 27 de março de 2014, conforme mencionei na parte final da secção A. O post publicado em 19 de janeiro de 2014 (1) está associado ao documento a ele anexo, datado de 13 de dezembro de 2013 (2).
A saga informática não me tem dado tréguas. Até quando?!


sexta-feira, 26 de junho de 2020

Afinal quem são os genuínos piratas informáticos?

Afinal quem são os genuínos piratas informáticos? (20/09/2013)




Há uns dias o meu amigo Zé teve a inesquecível oportunidade de comprovar pessoalmente que no domínio informático a pirataria parece não ter limites, surgindo donde jamais se suporia. Tratase de uma exemplificativa área de ilegalidade referente aos direitos de autor, cuja identificação desapaixonada da origem do problema é deveras difícil, pelo menos para quem, como o Zé, está afastado dos seus meandros. Para melhor responder à questão constante do título deste texto, enquadremos primeiro o assunto, o que é feito nos três parágrafos seguintes.

Ele necessitou de comprar um computador portátil, o qual trazia instalado o sistema operativo Windows 8, desenvolvido pela Microsoft – como se notará, é impossível escapar às referências comerciais. Para o equipamento cumprir a utilidade aguardada pelo seu utilizador, havia que instalar as aplicações informáticas vulgares referentes ao processamento de texto, à folha de cálculo e à apresentação de diapositivos, tendo o amigo Zé adquirido para o efeito os direitos, respetivamente, do Word, do Excel e do PowerPoint, todos agregados na licença do Office 2013 – pacote patenteado pela Microsoft, compatível com o Windows 8. Mas como ele já possuía um computador com meia dúzia de anos – computador antigo, doravante – sem as tradicionais aplicações informáticas da Microsoft, aspirou a obter uma licença do Office que fosse compatível com o Windows XP – sistema operativo, também desenvolvido pela Microsoft, sobre o qual assenta o computador antigo.

Na loja onde comprou o portátil só havia o Office 2013. Assim, dada a expectável inevitabilidade técnica de compatibilizar o Office 2013 com o Windows XP, adquiriu apenas uma licença (para o computador novo). Como ele tem uma dose não despicienda de curiosidade, pensou em tentar instalar o Office 2013 no computador antigo, e depois logo se veria: das duas, uma.

Se a instalação, ainda que na opção standard ou mais simples possível, fosse exequível e o resultado minimamente aceitável, então compraria outra licença dessa versão do Office para o novo equipamento, assegurando assim que no futuro os mesmos ficheiros pudessem ser tratados de maneira indiferenciada nos dois computadores. Se, pelo contrário, constatasse uma forte incompatibilidade, então desinstalava o Office do computador antigo e instalavao no portátil, e seguidamente encontrava uma solução para o primeiro. Como se esperava, verificouse o mau resultado da parábola do vinho novo em odres velhos.

Ao proceder à instalação do Office 2013 no computador antigo, o Zé recebeu o aviso de que não havia compatibilidade, bem como a mensagem de que ou poderia, mesmo assim, continuar a instalação, ou então poderia cancelá-la. Telefonou de imediato para a Microsoft, expondo a situação e a sua intenção de dispor do Office nos dois computadores, por um lado, e de adquirir a segunda licença após a certificação de que a instalação no computador antigo teria sido corretamente efetuada, por outro. A pessoa da Microsoft que o atendeu informou que a instalação do Office 2013 em sistemas operativos anteriores ao Windows 8 era permitida por defeito porque a mesma não é tecnicamente impossível. No entanto, confirmou que não está assegurada a compatibilidade entre o Office 2013 e o Windows XP, tendo-o aconselhado – face à questão dele sobre o que deveria fazer no caso em apreço – a cancelar a instalação, visto que poderiam daí advir problemas. O Zé perguntou então se, no caso de continuar a instalação e, depois disso, se arrepender por verificar a existência de evidente falta de compatibilidade, poderia reverter a instalação e passar a usufruir da licença no computador novo. A pessoa da Microsoft foi perentória, transmitindo-lhe que somente após 90 dias é possível associar a licença a outro computador. É a partir daqui que verdadeiramente começa o assunto em causa.

A rigidez do período fixado pela empresa – esse sim, incompatível com as efetivas necessidades do Zé – obrigavam-no a adquirir uma licença de uma versão do Office que fosse compatível com o Windows XP, pois naturalmente jamais arriscaria a prosseguir a instalação, atendendo aos sinais de que o resultado seria para esquecer. Perante a resposta seca e a atitude inamovível da pessoa da Microsoft, perguntoulhe onde se poderia dirigir para obter uma versão compatível com o sistema operativo do computador antigo. A resposta à pretensão foi inequívoca: a Microsoft já não comercializa qualquer versão do Office compatível com o Windows XP.

Convém salientar que o Zé tinha como única e singela intenção comprar uma licença diretamente à empresa que desenvolveu o produto, respeitando escrupulosamente os direitos de autor. Entendeu que era perfeitamente razoável a sua pretensão de ter um Office compatível com um sistema operativo que, embora não seja dos mais recentes, foi desenvolvido pela mesma empresa. E não ousou desafiar a tecnologia ao ponto de exigir que o Office novo funcionasse no computador antigo e com o sistema operativo desatualizado. O Zé contou do que se lembrara: o que seria da Medicina se os profissionais de saúde tratassem exclusivamente das doenças modernas – mas não partilhou essa ideia com quem estava no outro lado da linha, pois o comentário seria inútil em termos práticos e também porque lhe vieram à mente alguns exemplos que estão em sintonia com a postura daquela empresa, praticados designadamente pelas indústrias automóvel e de eletrodomésticos, referentes ao fomento de políticas consumistas, de que tudo o que atinja cinco anos é considerado obsoleto e economicamente inviável.

Vencido mas não convencido, o Zé não desistiu da pretensão de resolver o problema. Tentou adquirir o Office 2007 (ou uma outra versão, desde que houvesse compatibilidade com o Windows XP); mas a tentativa revelou-se novamente infrutífera. As lojas de software que contactou informaram que todo o stock que dispunham (tanto do Office 2007 como de outras versões) fora devolvido à Microsoft, tendo sido trocado pelo Office mais recente. Inconformado, dirigiuse a uma loja de prestação de serviços informáticos. 

Finalmente, aí conseguiu encontrar o tão ansioso produto que estava indisponível na própria Microsoft e nas lojas de software com as quais esta trabalha. O único senão foi o preço: pediram 200€ – ele desconhece se o IVA estava ou não incluído – para instalar o Office 2007. Note-se que o preço atual do Office 2013 ronda os 120€ (com IVA).

Incrédulo e quase desesperado, tentou então recorrer ao open source – jargão que define a divulgação universal e gratuita das aplicações informáticas. Trata-se todavia de uma alternativa muito limitada visto que, sobretudo para os mais leigos na matéria ou para os mais conservadores no que se refere à utilização dos programas massivos de marca – a referência é feita, neste caso, às aplicações hegemónicas da Microsoft – ainda não teve o êxito aguardado. Sinceramente, o Zé não consegue sopesar se é mais leigo ou mais conservador. De qualquer modo, desistiu dessa opção após várias tentativas falhadas para ler e editar ficheiros previamente gravados em WordExcel PowerPoint.

A odisseia terminou unicamente com a deslocação a outra loja de prestação de serviços informáticos, mas desta vez a uma lojinha de bairro. Contrariando a tese universal e sacramental, pôde comprovar que, afinal, os santos da casa conseguem fazer milagres. Ficou com o serviço feito – a instalação do ancestral Office 2007 – por uma ínfima fração do custo do moderno Office 2013. O Zé desconhece os trâmites da instalação – se esta foi muito, pouco ou nada pirateada –; sabe tãosó que ficou com o problema impecavelmente resolvido e a um preço irrisório.

Por fim, fez o balanço da aventura ao mundo da pirataria requintada. Não caiu no fácil pensamento de acusar a Microsoft por esta pretender promover os seus produtos. Ele tem a noção que, para o bem da humanidade, a investigação e o desenvolvimento científico e tecnológico são um veículo que circula num caminho infinito de um só sentido, e que a viagem para o futuro é interrompida se não houver suficiente combustível financeiro. Foi por essa razão que ele quis comprar duas licenças do Office, de modo a, observando os direitos de autor, contribuísse para o financiamento do futuro.

Só que quem tudo quer, tudo perde. Se o amigo Zé fosse pachorrento e tivesse desistido perante as respostas dissuasoras da Microsoft e das renomeadas lojas de comercialização de software, teria de embrulhar o computador antigo e enviá-lo para o lixo, e contentarse em comprar, desnecessariamente, um computador novo. Ao invés, se lhe tivessem vendido a licença de uma versão não recente do Office, todos ganhariam: a Microsoft e, se a compra fosse realizada numa loja, esta própria.

Perante o sucedido, nomeadamente a conjugação dos factos relacionados com a vontade de o meu amigo Zé comprar os direitos diretamente à Microsoft, com a rigidez da abusiva restrição comercial imposta por essa empresa referente ao período de 90 dias – para a licença do Office 2013 poder ser transferida de um computador para outro –, com a (legítima mas porventura algo questionável) estratégia comercial – concertada ou não com a Microsoft – de os revendedores de software trocarem integralmente o stock anterior pelo mais recente, e com o aguçado e voraz apetite de alguns prestadores de serviços em maximizar o seu proveito perante a necessidade dos clientes, assolouselhe uma dúvida, para a qual ele, por mais que insista, não consegue decifrar minimamente uma resposta inequívoca: afinal quem são os genuínos piratas informáticos? O mais honesto que responda e atire a primeira pedra.

Fresbook e não Facebook do FRES

Fresbook e não Facebook do FRES (25/04/2020)


O FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social sempre foi um Grupo plural para o lado de dentro, aberto para o lado de fora e democrático para ambos os lados. Vários posts foram elaborados dando eco para fora do que prévia e reiteradamente fora transmitido para dentro, sem ter havido a mínima obrigação de explicar ao Grupo a intenção de os publicar no blogue do FRES.
São vários os exemplos desse blogue em que nitidamente se procede a um chamamento crítico, de fora para dentro do Grupo, para a necessidade de uma reflexão interna sobre os posicionamentos que têm vindo a ser adotados. O exemplo pioneiro foi «Eclipses dos sistemas de pensamento», de 20 de março de 2015, alusivo às várias correntes de opinião, procurando levantar do esquecimento os que se encontravam dissidentemente autoafastados do FRES.
Seguiram‑se quatro verbetes ainda mais diretos e inequívocos – sem contar com as referências a miúde noutros posts –, todos eles pertencentes à era dos rascunhos e dos silêncios que tem vigorado após o fim de algumas (auto)dissidências, a saber:
· «Comunicação azul», de 13 de janeiro de 2018;
No quarto parágrafo do verbete de agosto de 2018 salientou‑se que os três anteriores (de 13 de janeiro a 13 de julho) «tiveram por objetivo exclusivo alertar o Grupo para a urgente necessidade de revisão dos procedimentos informáticos, atentos os erros gritantes dos procedimentos atuais assentes em egos e caprichos.» Referiu‑se que foi um objetivo em vão. Aliás, outro resultado não se esperava; e continua a não esperar‑se, volvido quase um ano e nove meses após a publicação do último post no verão de 2018.
É preciso continuar a crer que o dia da esperança virá, «até porque “Desistir é falhar!”, ou não fosse este o lema do Grupo e certamente a bússola para a maioria dos elementos que o integram. Se houver vontade, o FRES conseguirá ter a coragem de reagir. Para não desistir nem falhar ainda mais  porque o passado é indelével , há que refletir para dentro de si (...) e desvendar o mistério do Outro Triângulo das Bermudas, mistério que assolou o Grupo desde o final de 2017 (ou o início de 2018  somente o podador de posts saberá)»  texto transcrito do quinto parágrafo do citado verbete de agosto de 2018. No tocante à desorganização interna do Grupo, o falhanço não poderia ser maior; foi total. Porém, há que não desistir, dure o tempo que for necessário, nem que seja somente por uma questão de respeito ao supracitado lema do FRES.
Os parágrafos precedentes sintetizam o registo no blogue do FRES em termos da resposta do Grupo às dissidências, aos rascunhos e aos silêncios. Observe‑se agora qual foi a atividade no outro veículo de comunicação do Grupo com o exterior: a sua página no Facebook. Os três derradeiros registos datam de 7 de dezembro de 2016, 1 de janeiro de 2017 e 25 de abril de 2019, i.e., o último foi há precisamente um ano.
Assim, com o supremo propósito de registar o dia de hoje em que se comemora a liberdade do povo, gostaria de pedir aos responsáveis do Grupo, e em especial aos seus administradores informáticos, que no Facebook do FRES seja colocado o seguinte texto:
«Muitas pessoas que continuam fechadas em quarentena violam hoje a tão necessária e válida recomendação do distanciamento social, abrindo as portas das suas casas para receber uma quarentona que só nos quer beijar e abraçar. E nós deixamos, mesmo com as nossas companheiras e os nossos companheiros ao lado.
A pandemia não é mais forte do que a democracia. Os cravos de Abril nasceram há 46 anos e continuam a crescer. Atravessaram Portugal de lés a lés, e estarão sempre presentes no Facebook do FRES.»
Na eventualidade de este pedido não merecer a aprovação, será mais um sinal de que a informática tudo comanda. Se assim for, então será inútil a página de Facebook do FRES, e por conseguinte será antes preciso criar uma página noutra plataforma informática: o Fresbook (#).


(#) Link para o Fresbook adicionado em 22/07/2020.

Fresbook e não Facebook do FRES

Fresbook e não Facebook do FRES   (25/04/2020) O FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social sempre foi um Grupo plural para o lado...