Rascunhos & Silêncios – Um novo ângulo do Outro Triângulo das Bermudas (01/08/2018)
Rascunhos & Silêncios é um rótulo de vinhos? Não. Então designará uma banda ou uma academia musical? Também não. E que tal a firma social de uma empresa informática? Igualmente negativo. Incorpora tudo isso, mas representa bastante mais.
O texto e a imagem do último post, publicado em 13 de julho p.p. – «Vinhos, música e informática – Outro Triângulo das Bermudas» –, refletem inequivocamente o facto de a tríade dos núcleos dos vinhos, da música e da informática constituir uma combinação cujo funcionamento tem sido no mínimo questionável, no que aos superiores interesses do FRES - Fórum de Reflexão Económica e Social se refere. Aliás, a imagem associada a esse verbete de julho, contendo dois olhos rapaces da cor de fogo, transmite a urgência de pedir, solicitar, suplicar, implorar ao FRES Informática uns instantes do seu tempo para averiguar o passado – através de uma auditoria informática –, por um lado, e para programar o futuro – mediante a simples e humilde decisão de mudança –, por outro.
Em abono da verdade, a imagem (de 13 de julho) deve ser modificada. Como é indigno rascunhar posts já publicados, publico um novo – o atual –, com uma imagem mais moderna e consentânea com o que tem ocorrido no seio do Grupo, no que respeita aos rascunhos dos vinhos e aos silêncios da informática, com a música a alegrar a(s) festa(s) – dos rascunhos e dos silêncios.
Talvez esta imagem atualizada, mais escura mas com os olhos da mesma cor, ajude a explicar os três verbetes, pelos vistos ainda insuficientes, que foram dirigidos para o interior do FRES, a saber: «Comunicação azul», «Do rascunho do FRES Vinhos à constituição do FRES Música» e (supramencionado) «Vinhos, música e informática – Outro Triângulo das Bermudas». Trata‑se de posts que tiveram por objetivo exclusivo alertar o Grupo para a urgente necessidade de revisão dos procedimentos informáticos, atentos os erros gritantes dos procedimentos atuais assentes em egos e caprichos. Alerta em vão, tal como inútil foi a recomendação inscrita no início do terceiro parágrafo do (já citado) texto «Do rascunho do FRES Vinhos à constituição do FRES Música»: «Aguarda‑se que tamanha aurora admirável venha de preferência antes do raiar do primeiro dia das calendas gregas, o dia em que terminar o retumbante silêncio musical.»
Ainda acredito que esse dia virá, até porque «Desistir é falhar!», ou não fosse este o lema do Grupo e certamente a bússola para a maioria dos elementos que o integram. Se houver vontade, o FRES conseguirá ter a coragem de reagir. Para não desistir nem falhar ainda mais – porque o passado é indelével –, há que refletir para dentro de si, decifrar o olhar da imagem em cima apresentada e desvendar o mistério do Outro Triângulo das Bermudas, mistério que assolou o Grupo desde o final de 2017 (ou o início de 2018 – somente o podador de posts saberá).
Mais grave do que não manifestar vontade para desvendar o mistério tem sido a sistemática intenção de enterrar a cabeça na areia, como se o compasso musical apagasse o passado. Tal como tem sido provado, o silêncio causa ruído, que começou ínfimo e foi orientado para muito poucos, e já está agigantado ao ponto de ser divulgado a todos.
«No fim da guerra, as contas batem todas certas» – última frase do verbete «Entre o Tejo e o Luali», de 24 de maio p.p. Mas quando nascerá esse fim? Até agora, o ano de 2018 tem sido pautado pelo dueto Rascunhos & Silêncios. Este é já o 12.º post onde faço referência ao tema dos rascunhos, embora só(!) quatro sejam diretos – o presente e o conjunto de três atrás identificado.
Publicarei os «n» ao quadrado – acrescente‑se: «n» de necessários e «n» de novela – até ser alcançado o verdadeiro esclarecimento informático em matéria de rascunhos. Utopia? Talvez. Por enquanto tem sido malhar em ferro frio, mas importa ter presente que água mole em pedra dura…
À falta de melhor oportunidade, espero aproveitar os próximos encontros do FRES para aprofundar estes temas, aliás tal como sucedeu no último encontro, realizado no pretérito jantar de 25 de maio. Os temas em causa são delicados. Revestem muito mais contornos trágicos do que cómicos, em virtude de estarem associados a casos de desorganização interna e de falta de transparência e de comunicação, o que inevitavelmente fere sobremaneira a imagem e a credibilidade do Grupo.
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