Bandarilhas (01/05/2020)
Há dias, enquanto conversava com o camarada ex‑fresiano Paulo J.S. Barata, foram mencionados alguns termos do jargão tauromáquico. Entre os diversos assuntos abordados, tais como o Fresbook e o Facebook e os seus contornos, falámos inevitavelmente de bandarilhas.
Lembrei‑me imediatamente de uma passagem de um poema narrativo que efetuei no âmbito do FRES Guerra (Colonial), o qual foi incluído no livro «Versejando Relatos de Guerra e Paz – Angola, Zaire de1968 - Lunda de 1970». Em rigor são duas narrações, embora referentes à mesma personagem principal.



